quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Como criar tucano

O bico longo e colorido é a marca registrada da espécie, criada apenas com autorização do Ibama

POR JOÃO MATHIAS | CONSULTOR VINICIUS FERREIRA
Nas eleições presidenciais de 2010, os tucanos não conseguiram nas urnas votação suficiente para eleger seu candidato, mas a criação doméstica da ave símbolo do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) ganha cada vez mais simpatizantes entre os brasileiros. De beleza exótica, a ave ornamental agrada a todos. Embora inquieta, tem no mercado de animal de companhia um bom comércio, tanto que, atualmente, a procura é maior que a oferta.
Quem tem sítio, chácara ou casa de veraneio é potencial comprador de tucano. Mas as vendas para residências urbanas também é expressiva. Lojas de produtos pet – animais de estimação – são canais intermediários do varejo para atender ao cliente em grandes centros urbanos. Porém, alguns produtores conseguem valores maiores com a oferta de tucano diretamente ao mercado por meio de sites na internet. A criação de tucano é viável para qualquer tamanho de estrutura. Contudo, é fundamental ter autorização do Ibama para iniciar a atividade, posto que a espécie é classificada como ave silvestre. Apesar de não ser uma criação difícil, ela demanda muita paciência e cuidados. Além disso, a participação de um profissional especializado, como um veterinário, zootecnista ou biólogo, é importante para acompanhar o desenvolvimento dos animais.
A marca registrada do tucano é seu bico longo e colorido, que contrasta com a pelagem negra e vistosa do pássaro. Poroso e leve, o bico também é usado pela ave para amedrontar predadores e, também, para conquistar a companheira – ao entardecer, em um movimento curioso, o tucano esconde o bico sob as asas e levanta o rabo, formando um leque. Espécie nativa das Américas, o tucano é encontrado na natureza entre o México e a Argentina. Ele é representante das aves da família Ramphastidae. Por aqui, existem o Ramphastos toco, de bico amarelo e mais conhecido; o Ramphastos vitelinus, de bico preto; o Ramphastos dicolorus, de bico verde; e o Ramphastos tucanus, de bico amarelo e preto.
Com o desenvolvimento de rações de alta qualidade, encontradas facilmente nas lojas especializadas, a criação comercial tornou-se mais difundida pelo país. Nos primeiros manejos domésticos, ainda no início da década de 1990, havia apenas alguns criatórios no Rio de Janeiro, Goiás e na Região Sul. Hoje é possível encontrá-los por todo o Brasil.
RAIO X
CRIAÇÃO MÍNIMA: 
três casais
CUSTO: R$ 7 mil o casal (da espécie Ramphastos toco)
RETORNO: a partir de cinco anos
REPRODUÇÃO: de 3 a 5 anos de vida
MÃOS À OBRA
INÍCIO: 
Ao adquirir matrizes e reprodutores, dê preferência à aquisição de aves de criador conhecido. Compre filhotes, mais fáceis de domesticar e formar casais.
AMBIENTE: O tucano é monogâmico. A criação é feita aos casais. Cada par deve habitar uma área separada do viveiro.
VIVEIRO: Um terço da área de criação deve ser coberta, a fim de proteger as aves do excesso de sol e de chuvas intensas. As aves precisam de banhos de sol nas horas mais frescas do dia e de chuvas amenas. As medidas recomendadas para o viveiro são seis metros de comprimento, de 2,5 a três metros de largura e três de altura.
ACESSÓRIOS: Instale um ninho de madeira de um metro de altura por 40 centímetros de largura e profundidade, com uma abertura na parte superior, para o acesso da ave, e outra abertura na parte inferior, para facilitar o manejo. O comedouro e o bebedouro devem ficar suspensos a pelo menos um metro do chão.
ALIMENTAÇÃO: O tucano é frugívoro. Forneça sementes e frutas picadas diariamente, mas evite as cítricas e os alimentos ricos em ferro. Como necessita de proteína na dieta, ele caça insetos. No hábitat natural, chega a comer pequenas presas, como lagarto, perereca e ratos, ou até ovos de outras aves. Em cativeiro, se alimenta ainda de ração específica, disponível no mercado. Assegure água limpa e fresca no bebedouro.
REPRODUÇÃO: O tucano atinge a maturidade sexual entre 3 e 5 anos de idade. A reprodução ocorre durante a primavera e o verão, de setembro a março. Nos meses de outono e em dezembro, eles não realizam postura. O macho costuma fazer a corte por meio da regurgitação de alimento no bico da fêmea, a qual, então, o chama para o ninho; o casal bate os bicos e arruma o ninho. São colocados de dois a quatro ovos por postura, e a incubação leva 18 dias. Para conseguir até três posturas por ano, retire os ovos do ninho antes de iniciar o choco.
*Vinicius Ferreira, zootecnista da MVZB Consultoria em Animais Selvagens, tel. (21) 7848-1418, mvzbconsultoria@gmail.com
Onde adquirir: indicações de criadores podem ser obtidas na Abrase (Associação Brasileira de Criadores e Comerciantes de Animais Silvestres e Exóticos), tel. (21) 2501-2612, abrase@ism.com.br; o Ibama também possui contatos de criatórios registrados na instituição, tel. (61) 3316-1649
Mais informações: para orientações sobre autorização de criação de animais exóticos e silvestres, entrar em contato com o Ibama, SCEN Trecho 2, Caixa Postal 09870, CEP 70818-900, Brasília, DF, tel. (61) 3316-1649, ascom.sede@ibama.gov.br

Conheça 4 aves exóticas para criar em casa ou na fazenda

Pavões, cisnes, falcões e faisões podem ser usados de forma decorativa, pela carne ou até para combater pragas

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL




Seja para embelezar uma área aberta, pela carne ou até pela simples vontade de ter um pet diferente, as aves exóticas têm muitas aplicações comerciais e nem sempre exigem muito cuidado.
Grande parte das criações pode começar com apenas um casal da ave e alguns cuidados básicos como ração, aplicação de vermífugos e abrigos protegidos.
1- Pavão
Nada mais sofisticado do que um pavão, com suas penas inconfundíveis. A beleza do colorido vibrante e natural faz da plumagem do pavão um dos principais produtos de venda para quem cria a ave para fins comerciais.

Tanto os animais vivos são procurados para ornamentar chácaras, sítios, parques e jardins de estabelecimentos públicos, quanto as penas que caem na época da muda servem para decorar ambientes, adornar objetos e compor fantasias, principalmente no período do Carnaval.

Fácil de lidar, o pavão é dócil e adapta-se bem à vida no cativeiro quando o manejo é adequado. Clique aqui para aprender como criar a ave.
2- Cisne
Os cisnes também são aves decorativas bastante requisitadas. Elegante, é uma espécie fácil de lidar, graças a sua rusticidade, e a criação apresenta baixo custo e pode se tornar lucrativa mesmo para quem não tem experiência no ramo.

Embora não seja tão dócil quanto outras aves, sobretudo quando se sente ameaçado e durante a época de reprodução, o cisne não exige muitos cuidados. Alimento, pastagem, um pequeno abrigo à margem de um lago e aplicação de vermífugos uma vez por ano são condições mínimas para o manejo de um casal. Comece sua criação clicando aqui.
3- Faisão
Com carne branca, leve e saborosa, o faisão também tem outros usos comerciais. As plumas de coloração exuberante, os ovos nutritivos da espécie e até o esterco, utilizado como fertilizante agrícola, são potenciais geradores de renda.

A criação de faisão adapta-se bem a áreas pequenas, como viveiros em sítios e em quintais de residências. As instalações necessárias são simples e podem ser feitas de materiais rústicos ou já existentes na propriedade. Confira o que é necessário para cria-lo aqui.
4- Falcão
Como medida de segurança, os aeroportos Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), e da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), adotaram falcões para evitar incidentes nos pousos e decolagens de aeronaves. Treinadas, as aves de rapina capturam no entorno das pistas pica-paus, quero-queros, pombos, corujas e outros animais que oferecem risco de colisão com as turbinas dos aviões.

Outra atividade que se vale das habilidades destes pássaros é o controle de pragas urbanas e rurais, indicando um comércio em potencial para quem se dedica ao manejo. Trata-se de uma alternativa eficiente, por exemplo, no combate a infestações de pombos em silos e armazéns, espantando os invasores sem matá-los.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Como criar pintinhos

Em sua primeira semana de vida, os pintinhos ocupam pouco espaço e fazem pouca sujeira, assim, uma caixa de papelão será suficiente para mantê-los aquecidos e confortáveis nesse período inicial de suas vidas. No entanto, eles crescem rápido e com quinze dias de vida é provável que não caibam mais no mesmo espaço que cabiam na primeira semana. 

Se você quiser mantê-los na mesma caixa até os quinze dias de idade, calcule, para aves de porte médio ou grande, 20 cm2 por ave, para aves menores você pode calcular a metade desse espaço. 

Verifique se a caixa que você vai usar não tem cheiros ou elementos que possam ser tóxicos às aves. A caixa deve estar limpa e não apresentar nenhum sinal de umidade. Embora a caixa sirva para evitar correntes de ar e para conter as aves, é necessário que tenha boa ventilação para não sufocar os pintinhos. Por isso, é melhor utilizar um caixa alta. 

Lâmpadas para aquecimento 

Dificilmente haverá um sistema mais prático para aquecer um lote pequeno de aves do que uma lâmpada. Prenda a lâmpada acima das aves, certificando-se de ela encontra-se a uma distância segura que evite choques elétricos ou queimaduras nas aves. A temperatura a ser mantida deve ser em torno de 32º C nos primeiros dois dias. Depois pode ser baixada para 27º C e ir descendo alguns graus por dia até os quinze dias, quando não deve mais ser necessário o aquecimento artificial. No entanto, o criador deve permanecer atento e procurar por sinais de desconforto entre as aves. Aves caídas e/ou ofegantes indicam excesso de calor, aves que piam muito, ficam todas agrupadas logo abaixo da lâmpada estarão certamente com frio. Os pintinhos quando sentem-se aquecidos não costumam piar muito e se o fazem é um piado baixinho. Normalmente, se um pintinho está piando muito ele está com frio por insuficiência de aquecimento artificial ou porque se molhou no bebedouro. Em quaisquer das hipóteses acima procure sanar o problema o mais rápido possível. 

Cama 

Embora você deva forrar o fundo da caixa com jornal, não deixe os pintinhos diretamente sobre o jornal por que, além de escorregadio, o jornal ainda acumula muita umidade. Sobre o jornal você pode colocar feno picado, maravalha de madeira ou mesmo, papel toalha picado. Não use serragem fina de madeira porque os pintinhos podem ingeri-la no início acabando por ter problemas como o entupimento de seus papos. Evite deixar as aves sobre superfície úmida ou suja, trocando a cama regularmente. 

Alimentação e Água 

Na alimentação das aves, você pode utilizar os equipamentos à venda para passarinhos. Comedouros e bebedouros que evitem a entrada das aves dentro do alimento ou da água são os mais indicados. 

Para iniciar seu lote de pintinhos na ingestão de água, bata com o dedo na água do bebedouro até que eles se interessem e venham verificar do que se trata. Normalmente eles são bastante curiosos e não demoram a descobrir a água. 

O alimento a princípio deve ser espalhado sobre um pires ou mesmo sobre um papel no chão, você pode usar a mesma técnica utilizada no parágrafo anterior para atrair a atenção das aves. Quando eles houverem acostumado a procurar comida em um lugar, coloque os comedouros próximos àquele lugar e verifique se eles estão se alimentando adequadamente. Se tudo correr bem, pare de colocar comida no chão e use exclusivamente os comedouros para tal fim. 

Os pintinhos desde a mais tenra idade já apresentam o comportamento de ciscar enquanto comem, por isso, a utilização de comedouros com tampa ou que não permitam que as aves entrem dentro dele para comer são os mais indicados para evitar o desperdício de ração. 

Nessa fase do desenvolvimento, utilize somente ração inicial para pintos. Não coloque medicamentos na água de beber, pois a ração já vem medicada. No entanto, se observar aves doentes, separe-as e adicione um comprimido de sulfadiazina desmanchado na água de beber. Em geral isso é suficiente para curar a ave. 

Algumas pessoas colocam uma colher de sopa de açúcar na água dos pintinhos nas primeiras 24 horas. Se suas aves aparentarem muita fraqueza, talvez isso ajude um pouco, normalmente não é necessário. Em nossa criação nunca utilizamos tal procedimento. 

Iluminação 

Como seu aquecimento será feito com uma lâmpada, provavelmente as aves serão criadas com 24 horas de luz até a idade de 15 dias. Esse é o procedimento em nossa criação. Não observamos nenhum inconveniente até a presente data. As lâmpada pode ser branca, amarela ou azul. Evite utilizar lâmpadas vermelhas ou luzes muito brilhantes pois isso pode estressar as aves. É melhor utilizar duas lâmpadas mais fracas do que uma muito forte. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pavão

Quem nunca viu um pavão e não ficou admirado com sua beleza? Esta ave habita nossas imaginações há mais de um milênio, como evidenciado na mitologia, na arte e na literatura antigaa (incluindo uma menção na Bíblia).
Na natureza, existem três espécies: o Indiano (Pavo cristatus), Verde (Pavo multicus) e Congo (Afropavo congensis). Há também mais de uma dezena de subespécies de Pavão (que são, na verdade, parte do clã faisão). O Indiano e o Verde são os mais vibrantes, e as duas espécies que capturaram fantasia do homem. O Congo é uma versão menor de pavão que não atrai os mesmos sentimentos como seus parentes, e nunca foi realmente domesticado.
O Indiano e o Verde são da Ásia. O Pavão Indiano é encontrado em partes da Índia (onde é reconhecida como a ave nacional), Paquistão, Sri Lanka e no Himalaia. O Pavão Verde é encontrado ao longo de uma ampla faixa do Sudeste Asiático, de Bangladesh e Birmânia até a Tailândia e a China.


Dados do Pavão


Peso: 2,7kg à 4,1kg

Cor: São reconhecidas 185 variedades de cor.

Lugar de origem: Asia

Qualidades especiais: Os mais lindos de pássaros, mantidos para fins ornamentais em parques, zoológicos, e em propriedades particulares.

Galinha D’Angola

As Galinhas D’Angola estão entre as aves mais ruidosas, sinalizam a presença de intrusos com um grito agudo e fazem bastante ruído ao longo do dia. As Galinhas D’Angola têm uma chamada de duas notas bem característica, que se parece sonoramente com “Tô fraco”.
Há seis espécies de Galinha D’Angola em estado selvagem, três dos quais são criados em cativeiro no Brasil. De longe, a mais comum é a galinha d’angola “comum” (Numida meleagris) e as cores descritas (abaixo) aplicam-se a esta ordem. A chamada pintada-vulturina (Acryllium vulturinum) e a fraca-cristata - ou galinha-da-angola-de-topete ( Guttera pucherani) também são mantidos por alguns criadores. As pintadas-vulturinas têm um visual fantástico, com plumagem azul, destacado com listras e pontos. Elas também são um pouco maiores do que as outras angolas, e um pouco mais calmas. Elas se comportam bem em cativeiro, tornando-se bem mansas. As angolas do tipo fraca-cristata estão crescendo em popularidade, pois elas podem se adaptar bem ao confinamento. Elas podem ser reconhecidas por um topete de penas pretas encaracoladas em sua cabeça.
As Galinhas D’Angola são todas onívoras, comendo insetos, roedores, cobras e pequenas rãs e répteis, bem como folhagem e grãos. As fêmeas são boas produtoras de pequenos ovos escuros, do final da primavera ao inicio do outono, mas elas escondem seus ninhos no mato, tornando difícil a recuperação de todos os seus ovos.
Galinhas D’Angola são ótimas mães e são conhecidas por eclodir e cuidar de até 50 pintinhos de cada vez. Aqueles pintinhos que são chocados naturalmente são suscetíveis a morrer durante a primeira semana de vida por causa de umidade ou frio, mas os que sobrevivem a esse período inicial são bastante resistentes. As Angolas são, às vezes, cruzadas com outras aves, produzindo um híbrido estéril.


Dados da Galinha D’Angola


Peso: Galo 1,8kg / Galinha 1,6kg

Cor: As cores padronizadas são: Bronze, Brown, Buff, Buff Dundotte, Chocolate, Coral Blue, Lavender, Lite Lavender, Opaline, Pearl Gray, Pewter, Pied, Porcelain, Powder Blue, Royal Purple, Sky Blue, Slate, Violet, White.

Lugar de origem: África

Qualidades especiais: Carne e ovos delicadamente saborosos. Excelentes "animais de guarda" e controladores de insetos.

Faisão Coleira

Na verdade, existem centenas de espécies dentro da família biológica de faisões, ou Phasianadae, incluindo perus, codornas e perdiz, bem como os verdadeiros faisões. Mas, na maioria das vezes, quando falamos de faisão, estamos nos referindo ao Coleira, ou faisão comum ( Phasianus colchicus). O Faisão Coleira é um nativo da Ásia, desde a costa oriental do Mar Negro até as encostas do norte do Himalaia, e também encontrado na Manchúria, na Coréia, e no sul do Vietnã. Os fósseis mais antigos de faisões registrados indicam que eles se originaram na China há cerca de 2,0 - 2,5 milhões de anos. Eles foram importados para a América em 1880 e se adaptaram muito bem em grandes áreas da América do Norte, formando populações reprodutoras auto-sustentáveis em vários estados dos EUA e em algumas províncias do Canadá.
Criadores voltados para a produção de aves para a caça (Europa e EUA) ou abate se concentram principalmente em criar os Faisões Coleira, mas outros criadores também se interessam por uma série de espécies mais exóticas e raras. Os Faisões Coleira são relativamente fáceis de criar em cativeiro. A quantidade de 1 macho é adequada para 5-7 fêmeas. A época de reprodução começa no final do inverno ou início da primavera e vai até o meio do verão (ago-jan no Brasil). Na natureza, as fêmeas constroem seus ninhos direito no chão sobre a vegetação que consiste de grama, ervas daninhas, ou arbustos.


Dados do Faisão Coleira


Peso: 900g à 2,0kg

Cor: Machos: cor de cobre brilhante laceado com marrom escuro no peito, costas e parte inferior do corpo; de cinza a marrom acinzentados nas costas. A cauda é marrom acinzentada com marrom mais escuro. Cabeça preta, com destaque vermelho no rosto, e um anel branco em volta do pescoço. Fêmeas: marrom claro com reflexos marrom escuro e preto em algumas penas. Destaque branco em volta do rosto.

Lugar de origem: Asia

Qualidades especiais: Normalmente criados nos EUA e na Europa como ave de caça (gamebird). Carne deliciosa.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016